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A Controladoria

O que é Controladoria?

Controladoria é a área responsável em conectar todas as demais áreas da empresa, para que elas trabalhem de forma sistêmica, engrenadas, utilizando o mínimo de recursos necessários, demonstrando eficiência e eficácia, consequentemente produzindo o melhor resultado possível e atingindo o objetivo inicial proposto pela organização.

A Importância da Controladoria nas empresas

Praticamente todas as áreas das empresas possuem uma função específica. Venda tem que vender. Compras tem que comprar. Produção tem que produzir. Financeiro tem que pagar e receber. Logística tem que entregar. Contabilidade tem que contabilizar. RH tem que administrar os recursos humanos.
Muito bem; nesse contexto, fica a pergunta: Qual área está verificando tudo o que está sendo feito pelas demais? E principalmente, qual área está auxiliando as demais trabalharem em conjunto, com coerência, ritmo e em busca do melhor resultado?
Essa área é a CONTROLADORIA.

Como a Controladoria pode ajudar o meu negócio?

Imagine um potente computador cruzando dados de todas as áreas e atividades da empresa. Compra, Venda, Produção, logística, financeiro, contabilidade, RH, marketing…
Agora imagine esse computador programado para emitir relatórios orientativos para que todos os gestores saibam o que devam fazer e em que momento devem tomar as decisões para que a empresa seja mais eficiente e consequentemente mais lucrativa.
Muito bem, esse computador não existe e não pode ser comprado.
Um computador só fará essa função de soltar esses relatórios se por trás dele estiver uma experiente equipe de Controladoria fazendo esse trabalho de inteligência, cruzando dados, programando, estruturando e analisando essas informações para que elas cheguem aos gestores.

Como implantar a Controladoria?

Para a implementação da área de Controladoria primeiro é necessário profissionais com profundos conhecimentos técnicos e experiência.
Conectar todas as áreas de uma empresa não é fácil. Entender o ritmo dos negócios não é simples. É necessário metodologia.
A equipe deve ter visão sistêmica, conhecimentos de administração, contabilidade, tributos, capacidade de planejar, saber estruturar um orçamento, projetar fluxo de caixa e resultado, entender como ferramentas de TI podem auxiliar e principalmente ter visão de negócio.
Por onde começar? DEPENDE
Tudo vai depender dos controles e indicadores financeiros e não financeiros já existentes, da qualidade técnica do time de colaboradores, da característica do negócio e principalmente da cabeça dos donos ou acionistas.

Prof. Me. Giovanni Colacicco

Covid-19

NÚMEROS CRUZADOS.
TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES

Os números estão sempre aí para serem analisados e deles podemos tirar conclusões.

Esse é o meu trabalho. Esse é o trabalho da Controladoria.
Obter números, cruzar informações, analisar, e ajudar as pessoas a tomarem decisões.

Resolvi fazer esta busca por números e análises referente a situação que estamos enfrentado com o Corona Vírus.

Talvez ajude as pessoas a decidirem em que caminho seguir, alimentando-se de dados cruzados.

Assim, podem formar opiniões, tirando suas próprias conclusões. Não dependendo da mídia tendenciosa e nem de falas com cunho político.

Fui atrás de números e estatísticas reais.

Consegui dados sobre mortes diária no mundo inteiro, de tudo que é causa, mortes até agora do Coronavirus e estatísticas sobre a doença.

Achei um site que contabiliza “on time” as mortes mundiais e seus respetivos motivos – https://countrymeters.info/pt

Percebi que a média de mortes diárias no mundo é de 165 mil pessoas. Sendo que, só de problemas cardíacos morrem 25 mil pessoas dia, em média. Isso representando apenas 15,51% do todo.

Isso significa que só esse ano aproximadamente 18 milhões de pessoas já morreram. E mantendo essa média, morrerão mais 42 milhões de pessoas até 31 de dezembro. Totalizando 60 milhões de mortes no mundo em 2020.

Entre as 5 principais causas, além de Infarto, há o AVC e as outras 3 tem haver com problemas no sistema respiratório…
– Infecções do trato respiratório inferior
– Doença pulmonar obstrutiva crônica
– O câncer de pulmão, traquéia e brônquios

Esses 3 motivos respiratórios juntos, matam em média 23.500 pessoas dia.
Só nesse ano de 2020 já foram 2.615.000 de mortes.

Até agora o Corona Vírus matou no mundo inteiro 165 mil pessoas.

Curiosamente o mesmo número de pessoas que morrem TODOS OS DIAS.

Mortes diárias por faltas de ar e problemas no pulmão não são de agora e nem tão pouco exclusivo de sintomas do corona vírus.

Considerando isso, o Covid-19 representa menos que 1% da causa morte no mundo hoje.
Isso Eu não sabia até cruzar os números. Até então, ver 1.000 mortes em um mesmo dia para mim era o fim da humanidade. E não é nada disso.

Pois bem, a pergunta que estamos fazendo é; Então porque o mundo inteiro está com medo e alguns países praticamente parados?

A resposta tem haver com os números relacionados a Leitos de UTIs.

Dos 100% das pessoas contaminadas, em média de 5% a 10% vão parar na UTI com graves sintomas. E desses, metade morrem.

A média de dias que esses pacientes lá ficam internados são de 15 a 20.

E aí está o problema!

UTIs são feitas para ter um giro rápido de pacientes. E nenhum país estava preparado para receber tantos pacientes de UTI de uma única vez, com uma doença que demanda tantos dias de tratamento intensivo.

Com isso está claro que o maior problema não é a doença, e sim a falta de leitos e estrutura.

Isso faz com que medidas restritivas sejam incentivadas para que dê tempo de criar mais vagas e girar lentamente os leitos.

Mas porque tem tão poucos leitos já instalados no país? Os leitos existentes eram suficientes na normalidade antes do Corona-vírus?
Os leitos do Brasil são proporcionais aos recomendados pela OMS? Eles estão distribuídos igualmente pelas cidades do país?

As respostas acima são; NÃO.

Isso de alguma forma escancara a falta de prioridades e incompetências de governos passados. Nenhum governador ou prefeito quer ser acusado de que pessoas morrem por falta de leitos. Tem capitais que estão com 100% dos leitos ocupados. Mas quando vamos ver, estamos falando de apenas 200 leitos. Isso é vergonhoso pois é muito pouco leito e a mídia vende só o colapso.

No entanto, o problema Econômico está aí.

E esses números da doença bem analisados, não justificam as medidas de isolamento do país todo. Há sim um grande Pânico instaurado.

Dos 5.570 municípios apenas 700 aproximadamente tem casos de Covid.
Então, o que justifica os mais ou menos 4.800 municípios estarem com seus comércios fechados, se não há ninguém contaminado?

O mesmo conceito de fique em casa, poderia ser: “Fique na sua cidade, não deixe ninguém contaminado entrar e continue girando a economia”.

Será que medidas como essa não seriam mais inteligentes?

O Brasil é um país pobre. Não pode se dar ao luxo de parar por completo e esperar o Governo Federal bancar todos em casa. Não há dinheiro para isso.

O isolamento pode ser feito conforme o vírus se espalha. Não da forma generalizada que está.

Mesmo em SP com o maior número de casos, com toda orientação de parar, menos de 50% das pessoas puderam ficar em casa.

A grande maioria teve que continuar trabalhando para garantir o abastecimento e garantir o seu próprio sustento.

O confinamento na sua grande maioria está sendo só da classe média e alta.

O pobre está na rua trabalhando, garantindo o recolhimento do lixo, a entrega da pizza, a portaria do prédio ou o papaia na gôndola.

Tem sim um pouco de hipocrisia para quem defende cegamente, depois de 30 dias, “o fique em casa”.

A solução de médio prazo será o conceito de “torneira aberta ou torneira fechada”, não tem outra. Ou ainda podemos dizer,
“Cidade aberta e cidade fechada”.

O que deverá regular se abre ou fecha é a quantidade de infectados na região comparados com o nível de ocupação de UTIs.

O Brasil é muito grande e por isso é possível mesclar “cidades abertas e fechadas” conforme BOA análise.

Se não fizermos isso a fome vai com certeza matar mais que o virus… E hoje ela já mata.

Quem puder trabalhar de casa deve continuar. Ajuda muito.
Mas temos que voltar a produzir riqueza e o dinheiro circular.

Não é questão de ser insensíveis com as mortes e sim de sermos inteligentes com as vidas.

O grupo de risco deve ser preservado. Os idosos devem ficar em casa.

A economia deve voltar imediatamente.

Mas diferente!

Tomando os devidos cuidados de higiene e evitando o que pode ser evitado, como shows, partidas de futebol, cultos religiosos, aulas presenciais, etc.

Leitos de UTIs devem continuar sendo construídos.

Análise de números, forte divulgação do plano integrado pela mídia e obediência da população às ordens dadas seria um bom remédio para a crise.

Mas dos 3 ingredientes acima, no momento não temos nenhum. Isso é o grave.

Mas a boa notícia é que o número de nascimentos supera os de mortos em 2,5x. Se já morreram 18 milhões esse ano, pasmem; já nasceram 47 milhões.

A população mundial só cresce. Em 1951 éramos em
2,3 bilhões de pesoas. Hoje 7,7bi. Até 2022 chegaremos em 8bi. Não será esse vírus que acabará com a espécie humana. Isso vai passar.

Talvez esse tal Corona esteja servindo para colocar todos em casa para pensar como viver melhor daqui para a frente.

Se cuidem e sigam em frente com inteligência. Faça sua própria análise e tire suas conclusões. A informação continua sendo a melhor arma.

Apenas 6% entendem!!

Um dos principais fatores da crise do Brasil, é o fato de apenas 6% entenderem o que é “resultado”. Será que você faz parte dos 6%??

O Brasil quebrou e todos colocam a culpa apenas no Governo, será que é isso mesmo?

A culpa foi também dos empresários mal preparados em relação à gestão, cercados de profissionais com conhecimentos rasos e limitados, formados em cursos universitários ruins, com o ensino feito por professores fracos. Os profissionais foram contratados, sem ter todo o conhecimento necessário e quando se precisou de soluções eficazes no momento de crise, não souberam o que fazer. Faltou conhecimento e experiência. É o profissional nota 5, que passou de ano, mas não aprendeu.

Consequências: Muitas empresas quebraram, pessoas foram mandadas embora, o desemprego bateu recordes e tudo isso poderia ter sido minimizado se uma boa gestão fosse feita nessas empresas. Portanto, não podemos culpar só o governo ruim e a corrupção. Todos tem parte na culpa. Todos despreparados… Governo, empresários e profissionais.

E quem se deu bem nessa terra de cegos? Os Bancos, claro. Esses sim investiram e investem em conhecimento e em bons profissionais. Posso afirmar isso depois de trabalhar na controladoria da Holding do Banco Itaú. Lá o nível de conhecimento é alto e a eficácia aparece. O banco nunca perde.

Mas cadê os profissionais preparados para resolver os problemas de tantas empresas?

A resposta é: Não existem em quantidades suficientes. Temos que prepará-los. Faltam entender o básico da lógica do mundo dos negócios.

Provoco: – Como se pode imaginar, uma empresa querer fazer uma boa gestão, se não tem pessoas com conhecimentos básicos? Afirmo que as empresas na sua maioria, não sabem quanto estão tendo de lucro ou prejuízo. Muitas empresas terminam o mês sem ninguém saber responder qual foi o Resultado, justamente porque ninguém sabe apurar.

Eu posso garantir isso depois de ter aplicado em sala de aula, nos últimos 5 anos, um simples exercício que mede esse saber. Foram mais 5.000 pessoas submetidas ao tal exercício. Públicos diversos, em empresas diversas com formações das mais variadas possíveis. Faça o teste e comprove

Eu afirmo e comprovo pela pesquisa que fiz; Apenas 6% dos profissionais sabem como apurar adequadamente o resultado de uma empresa.  Só 6% sabem a diferença de custo, despesa, investimento, caixa, competência, ativo, passivo, CMV e chegam no resultado adequado.

Os demais, 94%, se equivocam no raciocínio, misturam conceitos, apostam em verdades e dogmas falsos e erram no “saber”. Não sabem o que de fato é “resultado”. Se atrapalham. Sentem vergonha de si mesmos ao terminar o exercício, quando percebem que falta o conhecimento elementar.

Afinal, no mundo dos negócios, todos são cobrados por resultado. Mas como se pode colaborar com o resultado da empresa na qual você trabalha, se falta o entendimento? Então o que estas pessoas estão contribuindo de fato? Será que apenas estão executando o que foi mandado?

Essa questão parece elementar e até absurda, mas não é.

Diversos profissionais com formações variadas como Engenheiros, administradores, economistas e até contadores não tem claros os conceitos que compõe o resultado. Por isso, as empresas não conseguem fazer o básico bem feito. Sofisticam, implementam sistemas, contrataram “experts” em diversas áreas, mas aí você reúne todos numa sala e conclui que cada um rema para um lado. Não há maximização da energia.

Cada um tem o seu próprio entendimento do que é resultado. Correm cada um atrás do seu. O cara de produção entende que resultado é produzir, o de compras é comprar, o da logística é entregar e o profissional de vendas é vender. O contas a pagar paga e o contas a receber recebe. Todos isoladamente certos, mas conjuntamente errados. No final, a empresa não maximiza o potencial ganho.

E o pior, é que essa situação da falta de competência e conhecimento geral que quebrou o país, continua contaminando milhares de empresas.

O discurso dos empresários é sempre o mesmo. Os sintomas são comuns, e a capacidade intelectual para resolver, escassa.

Ouço constantemente; “Professor o que eu faço? Minhas vendas caíram, perdi crédito com os bancos, meus custos e despesas aumentaram, houve diminuição na minha margem, necessito mandar colaboradores embora, mas falta dinheiro para tal. Os meses passam e a situação só piorava. Como eu saio dessa”?.

E a minha resposta passou a ser sempre a mesma: Quer um conselho ou uma consulta?

Aí vem a pergunta; “Qual a diferença?”

Eu logo digo: – O conselho é de graça e a consulta é paga.

Claro que a resposta é a primeira: “Quero um conselho”.

E sempre querendo ajudar, Eu aconselho: – “Contrate uma boa consultoria….se não, você pode  quebrar….. Hahaha?

Quem ficou curioso para fazer o desafio, resolvi disponibilizar no link abaixo. Reserve 10 min, em um ambiente tranquilo e tente sozinho responde-lo. Pare de se enganar. Você vai se surpreender com a sensação!!! Em breve divulgaremos a resposta correta em nossas redes sociais

https://conteudo.econexao.com.br/desafio-loja-de-roupa

Boa sorte!

Prof. Me. Giovanni Colacicco

Síndrome do INEDMA, será que vc está infectado???

ATENÇÃO: Uma Síndrome chamada INEDMA ameaça acabar com o Brasil.

De uns anos para cá tanto a iniciativa pública quanto a iniciativa privada vem sofrendo com a contaminação desenfreada de pessoas sendo infectadas com a síndrome do INEDMA.

Nome dado a um comportamento perigoso que tomou conta das pessoas em empresas privadas e órgãos públicos.

De fácil diagnóstico, a síndrome é detectada quando as pessoas são demandadas por tarefas necessárias e muitas vezes importantes, e com uma reação meio automática e até bem espontânea se livram da tarefa/demanda/trabalho, com uma simples frase:

– Isso Não É Da Minha Área – (aí o nome INEDMA)

Os sintomas iniciais apresentados por essas pessoas são:
• Falta de entendimento completo da importância de se fazer a tarefa;
• Dificuldade de entender as consequências e impactos da não realização do trabalho;
• Incapacidade técnica e intelectual de realização.

Com o tempo, as pessoas infectadas acham que aquele comportamento de repetir tal frase: “Isso Não É Da Minha Área” – é algo normal e praticado por muitos.
E que esta resposta, passa a ser a chave da solução para todas as tarefas que fogem do controle e capacidade.

A consequência sempre é uma piora nos sintomas. Rapidamente as pessoas passam a não se preocuparem em se aprimorar tecnicamente e intelectualmente para adquirir capacidade para tais realizações.

Se acomodam. Vivem o dia a dia como se nada estivesse acontecendo. Como se aquela tarefa não feita, que foi “empurrada” para frente, não trouxesse graves consequências para os resultados gerais da organização na qual trabalha.

Aí, as pessoas limitadas às suas capacidades e escoradas pela desculpa do INEDMA, começam a serem improdutivas e terem cada vez mais tempo ociosos. Prejudicando de vez o resultado final do todo.

Nesta fase, as pessoas já apresentam outros sintomas mais graves que podem leva-las à morte (demissão), tais como:
• Descomprometimento com a causa/empresa/resultado
• Falta de vontade de trabalhar
• Preguiça constante
• Desinteresse em produzir
• Desculpas frequentes para a incapacidade

Alguns evoluem para uma vertente do mal, e apresentam inclusive sintomas de distúrbio de caráter:
• Má fé
• Sabotagem
• Conspiração

Os resultados de tantas pessoas contaminadas no Brasil podem ser vistos em Empresas, Municípios, Estados e União, que se apresentam na maioria das vezes com dificuldades financeiras. Alguns quebrados.

O problema é um só: As pessoas não estão fazendo o que deveriam fazer.
QUE É PRODUZIR MAIS E MELHOR. CRIANDO MAIS VALOR NAS COISAS.

Pessoas que sofrem da síndrome também normalmente reproduzem outras frases malignas, tais como:
– Não fui contratado para isso.
– Isso não é minha função.
– Não vou fazer, pois deu meu horário.

NAS EMPRESAS, acontecem coisas do tipo…
• O cara da produção não produz, pois não tem matéria prima.
• O cara de compras diz que não comprou matéria prima, pois a empresa não tem dinheiro.
• O Cara do financeiro justifica a falta de dinheiro por não ter venda.
• O vendedor não está mais vendendo com medo de passar vergonha com o cliente, pois a entrega do que ele já vendeu no passado não foi feita.
• A entrega não é feita justamente porque o cara da produção não produziu

Para cada um, isoladamente na empresa, parece que a sua justificativa é óbvia e normal.
MAS NÂO É!!!
As pessoas não se interessam pela solução. Elas estão preocupadas apenas com elas ou com a área delas. Ficam muitas vezes paralisadas sempre esperando o outro avançar.

NO GOVERNO não é nada diferente. Escutamos a todo o momento nos noticiários;
• Não há arrecadação, pois a economia está ruim;
• A economia está ruim, pois precisa de ajustes nas contas publicas;
• Gastasse muito, pois a máquina pública está inchada;
• No entanto, não se pode enxugar a máquina, pois a regra não permite demissões.
• Não se muda as regras, pois o congresso/judiciário não se interessam;
• A solução então são as reformas (Previdenciária, Fiscal, politica, etc…).
• Mas as reformas não saem, pois vai mexer no privilégio de quem lá está.
• E quem lá está mesmo não prestando bons trabalhos, lá ficam;
• E ficando; continuamos com a economia ruim e sem arrecadação.
Hahahah…. Que puta zona!!!!!
E ai vai….
• Não tem médico, porque não tem educação.
• Não tem educação porque não tem dinheiro.
• Não tem dinheiro, pois não tem arrecadação

Sempre um empurrando para o outro….
Chega a ser engraçado a ignorância de todos em conjunto.
Há tempos estamos empurrando tudo para frente. De tanto empurrar para frente, chegamos à ponta do abismo. E aí sabe o que aconteceu? Continuamos empurrando e caímos no abismo

Mas que burrice!!!!

O que poucos entendem é: O importante é o resultado final, não importa quem vai fazer. Mas se não fizer, as consequências no final afetarão todos. Este deveria ser o raciocínio inteligente.

Visito empresas todos os dias. A síndrome do INEDMA está presente em todas. As pessoas não assumem as responsabilidades. Acham que sempre terá alguém para resolver “aquela tarefa” e salvar a Pátria.

Que tal uma campanha pública para disseminar a síndrome do INEDMA.

 

Será que não é a hora de todo mundo refletir? Ou vamos continuar sendo o país do Samba? Dançando ao som de Zéca Pagadinho
– “Deixa a vida me levar, vida leva eu…”

Prof. Me. Giovanni Colacicco

Orçamento do Brasil em 2019

Hoje resolvi protestar a favor da Educação.

Sabe o que Eu fiz:
– Levantei cedo, e antes das 8h da manhã estava em sala de aula lecionando.
Era aula no curso de Economia da PUCSP, e tinha apenas metade da turma na sala.
A outra metade? Provavelmente dormia até mais tarde….. Pois afinal, o protesto não começava às 7h30.

Minha disciplina nesse curso é Contabilidade e Análise de Balanço, portanto, nada mais adequado para protestar a favor da educação do que analisar com os alunos presentes o Balanço do Brasil.
Junto, também analisamos o orçamento aprovado da união para 2019.

Foram 2h30 de análises, com alunos interessados e cheios de verdades antes de olharem e conhecerem os verdadeiros números que eles mesmos trouxeram.

Muitos mitos foram desfeitos.
Alguns alunos repetiam no começo da aula discursos prontos e manchetes de jornais tendenciosos.
E aos poucos foram compreendendo que nem tudo que leem e escutam são verdades e muito menos relevantes.

A análise começou, entendendo primeiramente a grandeza dos números.

E o que evidenciamos logo de cara?
O BRASIL ESTÁ TECNICAMENTE QUEBRADO!!!!

Tem mais Passivos do que Ativos.
Ou seja, o país DEVE R$ 7.683 Bi e só TEM R$ 5.268 Bi

Logo o patrimônio liquido do Brasil é negativo em R$ 2.415 Bi.
Isso só acontece, pois governos anteriores gastaram mais dinheiro do que podiam.

A gestão do BRASIL foi mal feita, e por que não dizer irresponsável.

E agora para sair desse buraco que nos meteram, temos que ter mais consciência dos gastos públicos.

NÃO PODEMOS GASTAR MAIS DINHEIRO DO QUE ARRECADAMOS.

Esse é o principio básico de economia.

QUAL É A DUVIDA?

Quando se olha o orçamento da união, percebemos uma verba de receita estimada para 2019 de R$ 3.262 Bi. Porém não há certeza que o dinheiro vai entrar, é só um orçamento.

Logo, passado quase 5 meses do ano de 2019 (Jan a Mai), o governo percebeu que irá faltar dinheiro.

A Lógica então, em qualquer casa com juízo é: Vamos gastar menos!

Aí esse governo, de forma consciente, determina que se “contingenciem” os gastos e segure um pouco a verba.
E o que acontece:
– A população se revolta! Os estudantes, os professores, a classe que deveriam ser os mais esclarecidos…..

COMO ASSIM? Parece PIADA.

O que querem, MAIS DÍVIDAS?

Qual a lógica?
Que raciocínio é esse?
Não dá para entender!!!!

Hoje vi pela TV, no Jornal Nacional, muitas pessoas na rua protestando por todo país. Um discurso pronto, raso, sem análises adequadas, sem um entendimento da situação completa e sem o discernimento que o pais necessita para sair do buraco.

Repetiam o absurdo mentiroso, em cartazes e gritos de ordem, sobre o “corte de 30%” da verba da educação.
Mas isso não é verdade.

O orçamento do ministério da educação é de R$ 123 BI, e o governo apenas pediu para contingenciar R$ 1,7BI – Que conta é essa que chega em 30%?

Isso só dá 1,38% (1,7 / 123)….. Cadê os 30%?
E o contingenciamento, não é exclusivo da educação.

O governo já iniciou o ano, sabendo que a conta irá estourar em mais de R$ 100 bi.

Temos então que gastar menos. É só isso que ele está tentando fazer.
Temos que economizar em todos os poderes no mínimo 3% do orçamento.

Então começar por onde?
Por onde é mais relevante, conforme as verbas que demonstro abaixo.

• R$ 506 bi – Ministério do Desenvolvimento Social (Reforma da Previdência)
• R$ 132 bi – Ministério da Saúde
• R$ 123 bi – Ministério da Educação
• R$ 107 bi – Ministério da Defesa
• R$ 89 bi – Ministério do Trabalho

Esses são os maiores orçamentos. Demais orçamentos compartilho aqui nas telas usadas em sala de aula.

A questão aqui é: A máquina pública tem que ser mais eficiente.
Cortar por exemplo 3% de gasto de qualquer coisa não significa que teremos piora nos serviços. Temos que compensar isso com o ganho de eficiência.

Para se ter ideia da relevância de outros números, coloco aqui outros gastos que geram polêmica.

• R$ 7,1 bi – Presidência da Republica
• R$ 6,3 bi – Câmara dos Deputados
• R$ 4,5 bi – Senado Federal
• R$ 0,7 bi – Supremo Tribunal Federal

Ou seja, não é simplesmente cortando o jantar dos Ministros do Supremo com lagostas e bons vinhos que vamos resolver os problemas do país. Pois isso é irrelevante perto do tamanho do problema. Mas também tem que ser cortado.

O que temos que entender é que a mídia explora eventos como esse, tumultuam o cenário e no final isso não agrega em nada…. não é isso que vai resolver o problema.

Só de juros da dívida pública pagamos R$ 55 bi – valor maior que a maioria dos outros ministérios. E para diminuir o gasto com juros, temos que pagar a dívida. E não fazer mais.

Peço então a todos, que antes de sair protestando, se informem melhor.
Estudem os números do BRASIL.
Aprendam a fazer conta.

Gestão se faz com números.
E esse Ministro que temos sabe muito bem o que tem que ser feito.

Então, antes de sair criticando, estude, entendam o Balanço do pais, entendam a relevância dos números e dos problemas, analisem o orçamento total, cobrem eficiência dos serviços, e entendam a estratégia que esse governo está usando para melhorar o Brasil.

E se tiver uma solução melhor, relevante, post aqui….
Vamos debater ideias.
Mas um discurso colaborativo e racional. Não venha com ideias vazias. Não deixe ser manipulado. Não seja a tal massa de manobra.

Por que com números não dá para discutir.

Agora, se não tiver melhores ideias para solucionar o problema, fique quieto e não atrapalhe, por favor!

Prof. Me. Giovanni Colacicco

Compliance e Governança Corporativa

Vivenciamos atualmente, no plano nacional e internacional, um ambiente de negócios em que crises financeiras, ameaças cibernéticas, desvios de recursos e lavagem de dinheiro, bem como fraudes e corrupções envolvendo grandes corporações tornaram-se, infelizmente, cada vez mais comuns, fazendo com que temas de Governança Corporativa, Risco e Compliance (GRC) ingressassem definitivamente na pauta prioritária da alta administração.

Todo negócio está sujeito aos riscos associados a tais crises, fraudes e ameaças, de modo que saber gerenciar de forma adequada tais riscos é essencial para o desenvolvimento sustentável de qualquer empresa.

O Curso Compliance e Governança Corporativa oferecido pela eConexão permitirá ao aluno conhecer as principais ferramentas de compliance utilizadas para mitigação de riscos corporativos a partir de uma metodologia dinâmica, que integra a teoria à prática. O aluno assimilará os principais fundamentos de GRC, saberá como se formata na prática uma matriz de riscos corporativos e compreenderá a dinâmica das práticas de compliance com vistas a garantir a conformidade organizacional às normas e processos vigentes.

De acordo com recentes pesquisas do setor, mais de 90% (noventa por cento) das empresas brasileiras reconhecem a importância de possuir um departamento de compliance e gestão de riscos, fazendo aquecer o mercado de GRC, o qual deverá ser ocupado por profissionais especializados e com pleno conhecimento das ferramentas de compliance e gestão de riscos.

Prof. Me. Nicolas Nicolielo

 

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